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	<title type="text">Notícias</title>
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	<updated>2020-08-13T16:27:52-03:00</updated>
	<author>
		<name>NP Solution</name>
		<email>contato@npsolution.com.br</email>
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		<title>Etiqueta inteligente usa corpo humano para transmitir dados.</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://npsolution2.hospedagemdesites.ws/noticias/51-etiqueta-inteligente-usa-corpo-humano-para-transmitir-dados"/>
		<published>2015-11-16T15:14:19-02:00</published>
		<updated>2015-11-16T15:14:19-02:00</updated>
		<id>http://npsolution2.hospedagemdesites.ws/noticias/51-etiqueta-inteligente-usa-corpo-humano-para-transmitir-dados</id>
		<author>
			<name>Super User</name>
			<email>mauricio@emsuacasa.com.br</email>
		</author>
		<summary type="html">&lt;p&gt;Imagine a cena: você pega um produto no supermercado e seu &lt;a href=&quot;http://www.exame.com.br/topicos/smartphones&quot; title=&quot;Revista Exame&quot; target=&quot;blank&quot;&gt;smartphone&lt;/a&gt; emite um alarme. Na tela, uma mensagem informa que o produto que você pegou contém amendoim, um alimento ao qual você é alérgico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em outra situação, basta segurar a embalagem de um medicamento para ver, na tela do smartphone, a bula com as informações sobre ele. Depois disso, o aparelho passa a alertá-lo quando chega a hora de tomar o remédio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a mesma &lt;a href=&quot;http://www.exame.com.br/topicos/tecnologia&quot; title=&quot;Revista Exame&quot; target=&quot;blank&quot;&gt;tecnologia&lt;/a&gt;, uma pessoa cega poderia identificar um produto qualquer. O smartphone leria as informações da embalagem em voz alta para ela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esses são três exemplos de como poderá ser usada, um dia, a tecnologia que a &lt;a href=&quot;http://www.exame.com.br/topicos/ericsson&quot; title=&quot;Revista Exame&quot; target=&quot;blank&quot;&gt;Ericsson&lt;/a&gt; chama de Connected Paper. A empresa a demonstrou nesta semana na feira Future com, em São Paulo. A ideia, bastante inusitada, é transmitir dados usando o corpo humano como ponte.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Connected Paper&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Essa solução pode parecer estranha em vista da simplicidade de conexões como Bluetooth e Wi-Fi. Mas essas tecnologias de transmissão pelo ar exigem bastante energia para funcionar. Usando o corpo humano como condutor, o Connected Paper necessita apenas de uma quantidade ínfima de energia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso torna viável alimentar o transmissor com uma finíssima bateria incorporada a uma etiqueta. Nela, ficam também o chip de controle e a antena que envia as informações. Esse conjunto é suficiente para enviar um código de identificação até o smartphone, que pode estar na outra mão ou até no bolso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recebido o código, um aplicativo faz uma consulta a uma base de dados na nuvem e baixa, de lá, as informações relacionadas com ele. É claro que, para que isso funcione, é preciso que o smartphone esteja capacitado para receber os sinais emitidos pela etiqueta. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na demonstração, a Ericsson usou um receptor volumoso. Mas ele pode ser miniaturizado e incorporado a um smartphone. Um revestimento metálico ou o próprio corpo do aparelho funcionaria como antena.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Controle de estoque&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A inexistência de aparelhos preparados para receber os sinais deve ser o principal obstáculo à adoção dessa tecnologia. Mas é possível que ela encontre lugar em aplicações específicas, como controle de estoque. Nesse caso, um receptor específico seria usado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nessa situação, o Connected Paper seria um concorrente para o código de barras e para as etiquetas do tipo RFID. “O Connected Paper é mais barato que o RFID, o que torna seu uso viável em situações em que o custo do RFID seria proibitivo”, disse a EXAME.com Edvaldo Santos, diretor de inovação da Ericsson.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Santos diz que uma vantagem adicional é que o Connected Paper não ocuparia uma faixa do espectro eletromagnético como acontece com o RFID. Mas ele ressalva que ainda não há nenhum produto usando essa tecnologia. “Por enquanto, não temos ambição comercial”, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/etiqueta-inteligente-usa-corpo-humano-para-transmitir-dados&lt;/p&gt;</summary>
		<content type="html">&lt;p&gt;Imagine a cena: você pega um produto no supermercado e seu &lt;a href=&quot;http://www.exame.com.br/topicos/smartphones&quot; title=&quot;Revista Exame&quot; target=&quot;blank&quot;&gt;smartphone&lt;/a&gt; emite um alarme. Na tela, uma mensagem informa que o produto que você pegou contém amendoim, um alimento ao qual você é alérgico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em outra situação, basta segurar a embalagem de um medicamento para ver, na tela do smartphone, a bula com as informações sobre ele. Depois disso, o aparelho passa a alertá-lo quando chega a hora de tomar o remédio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a mesma &lt;a href=&quot;http://www.exame.com.br/topicos/tecnologia&quot; title=&quot;Revista Exame&quot; target=&quot;blank&quot;&gt;tecnologia&lt;/a&gt;, uma pessoa cega poderia identificar um produto qualquer. O smartphone leria as informações da embalagem em voz alta para ela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esses são três exemplos de como poderá ser usada, um dia, a tecnologia que a &lt;a href=&quot;http://www.exame.com.br/topicos/ericsson&quot; title=&quot;Revista Exame&quot; target=&quot;blank&quot;&gt;Ericsson&lt;/a&gt; chama de Connected Paper. A empresa a demonstrou nesta semana na feira Future com, em São Paulo. A ideia, bastante inusitada, é transmitir dados usando o corpo humano como ponte.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Connected Paper&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Essa solução pode parecer estranha em vista da simplicidade de conexões como Bluetooth e Wi-Fi. Mas essas tecnologias de transmissão pelo ar exigem bastante energia para funcionar. Usando o corpo humano como condutor, o Connected Paper necessita apenas de uma quantidade ínfima de energia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso torna viável alimentar o transmissor com uma finíssima bateria incorporada a uma etiqueta. Nela, ficam também o chip de controle e a antena que envia as informações. Esse conjunto é suficiente para enviar um código de identificação até o smartphone, que pode estar na outra mão ou até no bolso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recebido o código, um aplicativo faz uma consulta a uma base de dados na nuvem e baixa, de lá, as informações relacionadas com ele. É claro que, para que isso funcione, é preciso que o smartphone esteja capacitado para receber os sinais emitidos pela etiqueta. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na demonstração, a Ericsson usou um receptor volumoso. Mas ele pode ser miniaturizado e incorporado a um smartphone. Um revestimento metálico ou o próprio corpo do aparelho funcionaria como antena.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Controle de estoque&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A inexistência de aparelhos preparados para receber os sinais deve ser o principal obstáculo à adoção dessa tecnologia. Mas é possível que ela encontre lugar em aplicações específicas, como controle de estoque. Nesse caso, um receptor específico seria usado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nessa situação, o Connected Paper seria um concorrente para o código de barras e para as etiquetas do tipo RFID. “O Connected Paper é mais barato que o RFID, o que torna seu uso viável em situações em que o custo do RFID seria proibitivo”, disse a EXAME.com Edvaldo Santos, diretor de inovação da Ericsson.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Santos diz que uma vantagem adicional é que o Connected Paper não ocuparia uma faixa do espectro eletromagnético como acontece com o RFID. Mas ele ressalva que ainda não há nenhum produto usando essa tecnologia. “Por enquanto, não temos ambição comercial”, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/etiqueta-inteligente-usa-corpo-humano-para-transmitir-dados&lt;/p&gt;</content>
		<category term="Notícias | NP Solution em Outsourcing de Impressão e GED " />
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	<entry>
		<title>Google cria compartilhamento de impressoras pela web.</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://npsolution2.hospedagemdesites.ws/noticias/50-google-cria-compartilhamento-de-impressoras-pela-web"/>
		<published>2015-11-16T15:09:48-02:00</published>
		<updated>2015-11-16T15:09:48-02:00</updated>
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		<author>
			<name>Super User</name>
			<email>mauricio@emsuacasa.com.br</email>
		</author>
		<summary type="html">&lt;p&gt;Impressões poderiam ser feitas em impressoras ligadas a computadores conectados à internet ou em impressoras ligadas diretamente na nuvem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São Paulo - Sabe aquela dificuldade que surge na hora de instalar uma impressora em um computador novo porque a versão do sistema operacional não é compatível com o equipamento? Pode estar com os dias contados, segundo o Google. É que a empresa apresentou ontem um sistema que permite a qualquer desktop, notebook, netbook ou smartphone conectar-se a impressoras ligadas a qualquer outro equipamento, por meio de uma conexão virtual, via web, e sem a necessidade de instalação de drivers.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ideia, que recebeu o nome de &lt;a href=&quot;http://code.google.com/apis/cloudprint/&quot; target=&quot;blank&quot; title=&quot;Google Cloud Print&quot;&gt;Google Cloud Print&lt;/a&gt;, ainda está em desenvolvimento, mas a companhia de Mountain View explica direitinho &lt;a href=&quot;http://blog.chromium.org/2010/04/new-approach-to-printing.html&quot; target=&quot;blank&quot; title=&quot;Mountain View&quot;&gt;em seu blog&lt;/a&gt; como ela deve funcionar. &quot;Ao invés de se basear no sistema operacional local (ou drivers) para imprimir, os aplicativos podem usar o Google Cloud Print para enviar e gerenciar tarefas de impressão. O Google Clould Print ficará responsável por enviar o trabalho para a impressora correta de acordo com as opções selecionadas pelo usuário, e retornar o status do trabalho para o aplicativo&quot;, diz a nota assinada pelo gerente de produtos Mike Jazayeri.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os desenvolvedores descrevem duas formas como o Google Clould Print pode se comunicar com a impressora. A primeira é por meio de um proxy, pequeno software que ficará no PC em que a impressora estiver instalada. Esse proxy registrará a impressora no Cloud Print e aguardará por tarefas de impressão. Quando uma tarefa chegar, pela nuvem, o Cloud Print enviará a tarefa utilizando o sistema operacional nativo do PC.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por enquanto, a equipe de programadores do &lt;a href=&quot;http://www.chromium.org/chromium-os&quot; target=&quot;blank&quot; title=&quot;Chrome OS&quot;&gt;Chrome OS&lt;/a&gt; está trabalhando em um proxy para o Windows, mas eles prometem em breve dar suporte a Mac e Linux também. O problema desse tipo de impressão é que toda vez que algum documento tiver que ser impresso, tanto o dispositivo de onde parte a impressão quanto o computador que está ligado à impressora terá de estar conectado à internet. Por isso, o Google sugere uma segunda forma de conexão de impressoras com o Cloud Print.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ideia é que fabricantes de impressoras desenvolvam equipamentos com suporte nativo à conexão com a nuvem sem necessidade de computadores intermediários. Esse tipo de impressora ainda não existe, mas o Google espera que a divulgação do projeto Cloud Print em um estágio tão preliminar estimule a indústria a pensar no assunto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Chrome OS irá usar apenas o Cloud Print e, por isso, não haverá drivers para impressoras no novo sistema operacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/google-cria-compartilhamento-impressoras-pela-web-550261&lt;/p&gt;</summary>
		<content type="html">&lt;p&gt;Impressões poderiam ser feitas em impressoras ligadas a computadores conectados à internet ou em impressoras ligadas diretamente na nuvem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São Paulo - Sabe aquela dificuldade que surge na hora de instalar uma impressora em um computador novo porque a versão do sistema operacional não é compatível com o equipamento? Pode estar com os dias contados, segundo o Google. É que a empresa apresentou ontem um sistema que permite a qualquer desktop, notebook, netbook ou smartphone conectar-se a impressoras ligadas a qualquer outro equipamento, por meio de uma conexão virtual, via web, e sem a necessidade de instalação de drivers.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ideia, que recebeu o nome de &lt;a href=&quot;http://code.google.com/apis/cloudprint/&quot; target=&quot;blank&quot; title=&quot;Google Cloud Print&quot;&gt;Google Cloud Print&lt;/a&gt;, ainda está em desenvolvimento, mas a companhia de Mountain View explica direitinho &lt;a href=&quot;http://blog.chromium.org/2010/04/new-approach-to-printing.html&quot; target=&quot;blank&quot; title=&quot;Mountain View&quot;&gt;em seu blog&lt;/a&gt; como ela deve funcionar. &quot;Ao invés de se basear no sistema operacional local (ou drivers) para imprimir, os aplicativos podem usar o Google Cloud Print para enviar e gerenciar tarefas de impressão. O Google Clould Print ficará responsável por enviar o trabalho para a impressora correta de acordo com as opções selecionadas pelo usuário, e retornar o status do trabalho para o aplicativo&quot;, diz a nota assinada pelo gerente de produtos Mike Jazayeri.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os desenvolvedores descrevem duas formas como o Google Clould Print pode se comunicar com a impressora. A primeira é por meio de um proxy, pequeno software que ficará no PC em que a impressora estiver instalada. Esse proxy registrará a impressora no Cloud Print e aguardará por tarefas de impressão. Quando uma tarefa chegar, pela nuvem, o Cloud Print enviará a tarefa utilizando o sistema operacional nativo do PC.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por enquanto, a equipe de programadores do &lt;a href=&quot;http://www.chromium.org/chromium-os&quot; target=&quot;blank&quot; title=&quot;Chrome OS&quot;&gt;Chrome OS&lt;/a&gt; está trabalhando em um proxy para o Windows, mas eles prometem em breve dar suporte a Mac e Linux também. O problema desse tipo de impressão é que toda vez que algum documento tiver que ser impresso, tanto o dispositivo de onde parte a impressão quanto o computador que está ligado à impressora terá de estar conectado à internet. Por isso, o Google sugere uma segunda forma de conexão de impressoras com o Cloud Print.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ideia é que fabricantes de impressoras desenvolvam equipamentos com suporte nativo à conexão com a nuvem sem necessidade de computadores intermediários. Esse tipo de impressora ainda não existe, mas o Google espera que a divulgação do projeto Cloud Print em um estágio tão preliminar estimule a indústria a pensar no assunto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Chrome OS irá usar apenas o Cloud Print e, por isso, não haverá drivers para impressoras no novo sistema operacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/google-cria-compartilhamento-impressoras-pela-web-550261&lt;/p&gt;</content>
		<category term="Notícias | NP Solution em Outsourcing de Impressão e GED " />
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	<entry>
		<title>A NP Solution participa da sétima feira de Ecologia Ambiental de São Paulo.</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://npsolution2.hospedagemdesites.ws/noticias/49-np-solution-participa-da-setima-feira-de-ecologia-ambiental-de-sao-paulo"/>
		<published>2015-11-16T15:07:05-02:00</published>
		<updated>2015-11-16T15:07:05-02:00</updated>
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		<author>
			<name>Super User</name>
			<email>mauricio@emsuacasa.com.br</email>
		</author>
		<summary type="html">&lt;p&gt;Em Abril de 2015, a NP Solution participa da sétima feira de Ecologia Ambiental de São Paulo, a &lt;b&gt;ECOSP&lt;/b&gt; que tem como objetivo sensibilizar e mobilizar interessados em geral, entre os quais estudantes e profissionais, sobretudo da área da engenharia, para a importância de sua participação na construção de uma sociedade sustentável e justa.&lt;/p&gt;
</summary>
		<content type="html">&lt;p&gt;Em Abril de 2015, a NP Solution participa da sétima feira de Ecologia Ambiental de São Paulo, a &lt;b&gt;ECOSP&lt;/b&gt; que tem como objetivo sensibilizar e mobilizar interessados em geral, entre os quais estudantes e profissionais, sobretudo da área da engenharia, para a importância de sua participação na construção de uma sociedade sustentável e justa.&lt;/p&gt;
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